sexta-feira, 19 de setembro de 2014

ARTE COM AS MÃOS...

IDEIAS CRIATIVAS

POTES DECORADOS
FLORES DE PAPEL
PORTA TRECOS
IMÃS DE TAMPINHAS DE GARRAFAS

RODA DE CONVERSA

A Roda de Conversa é um elemento muito importante das aulas. Nela os alunos e professor interagem, se conhecem e desenvolvem habilidades da língua falada. A roda pode acontecer todos os dias na primeira semana, nas segundas-feiras, sobre o final de semana, ou no primeiro dia de aula da semana, caso haja feriado. No início começamos com coisas simples. Fazemos a roda para falar sobre o animal que mais gostamos, sua cor preferida, o nome completo, a idade, o endereço, nome do papai, da mamãe, quantas pessoas mora na sua casa, se tem animal de estimação... Pois assim, adquirimos informações das crianças, vemos o seu conhecimento sobre a própria vida, o que precisamos ajudá-la a melhorar na fala, e ainda promovemos o conhecimento e o entrosamento da turma. É muito importante que se comece com pequenas perguntas que permitam respostas curtas. A criança também estará desenvolvendo a capacidade de esperar a vez para falar e ouvir o que o outro está falando. Na segunda semana são permitidas perguntas de umas para as outras, mas só se quiserem. Sempre incentive, mas NUNCA force uma criança a falar. No decorrer do ano a RODA serve também para resolvermos problemas disciplinares, o que leva toda a turma a decidir juntamente com o professor. Em situação de desavenças, na qual o professor não pôde ver quem foram os culpados, testemunhas são fundamentais. Além disso, as crianças desenvolvem senso de justiça, certo e errado, ação e reação, causa e consequência, além de adquirirem mais responsabilidade por suas ações. A RODA também ajuda a iniciar um trabalho, projeto ou aula, para verificar conhecimentos e também avaliá-los. Pode-se fazer uma avaliação prévia do que a turma sabe antes de iniciar um conteúdo, e sondar o que aprenderam com o que estudaram. O mais gostoso da RODA é ver o crescimento dos alunos. Se possível, até para estudo e própria avaliação, grave algumas, intercalando as primeiras, as medianas e as últimas. Verá como as crianças desenvolvem a língua falada, a argumentação, o questionamento e a articulação. No final os alunos, mesmo os mais tímidos, gostam tanto, que lembram o professor, caso ele tenha esquecido. É algo que vale a pena investir...

RECICLAR É TRANSFORMAR...

(fonte: Prof. Sassá)

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL


• Observar e compreender o dinamismo presente no desenvolvimento infantil é fundamental para redimensionar o fazer pedagógico. Essa compreensão influenciará diretamente na qualidade da interação dos professores com a infância.

• O conhecimento de uma criança é construído em movimento de idas e vindas, portanto, é fundamental que os professores assumam seu papel de mediadores na ação educativa. Mediadores que realizam intervenções pedagógicas no acompanhamento da ação e do pensamento individualizado infantil.

• Ainda hoje, na prática cotidiana, é comum, não só na Educação Infantil, como nos demais níveis de ensino, os avaliados serem só os alunos. É necessário que a clássica forma de avaliar, buscando “erros” e “culpados", seja substituída por uma dinâmica capaz de trazer elementos de crítica e transformação para o trabalho.

• Nesse processo, todos – professores/recreadores, coordenação pedagógica, direção, equipe de apoio e administrativa, crianças e responsáveis – devem sentir-se comprometidos com o ato avaliativo.


Para focar o olhar em como se avalia, sugere-se atenção aos pontos abaixo, nos espaços de Educação Infantil:

Análises e discussões periódicas sobre o trabalho pedagógico
Estas ações são realizadas nos encontros periódicos. Elas fornecem elementos importantes para a elaboração e reelaboração do planejamento. Igualmente importante é dar voz à criança. Nesse sentido, a prática de avaliar coletivamente o dia-a-dia escolar, segundo o olhar infantil, traz contribuições fundamentais e surpreendentes para o adulto educador, ao mesmo tempo que sedimenta a crença na concepção de criança cidadã.

Observações e registros sistemáticos
Os registros podem ser feitos no caderno de planejamento, onde cada professor/recreador registra acontecimentos novos, conquistas e/ou mudanças de seu grupo e de determinadas crianças, dados e situações significativos acerca do trabalho realizado e interpretações sobre as próprias atitudes e sentimentos.

É real que, no dia-a-dia, o professor/recreador não consiga registrar informações sobre todas as crianças do seu grupo, mas é possível que venha a privilegiar três ou quatro crianças de cada vez e, assim, ao final do período, terá observado e feito registro sobre todas as crianças.


Utilização de diversos instrumentos de registro
Para darmos espaço à variada expressão infantil, arquivos contendo planos e materiais referentes aos temas trabalhados, relatórios das crianças e portfólios podem ser utilizados como instrumentos de registro de desenvolvimento.

O professor/recreador deve organizar um dossiê de cada criança, guardando aí seus materiais mais significativos e capazes de exemplificar seu desenvolvimento.


Também durante a vivência de um projeto de trabalho, cada grupo deve ter como meta a produção de um ou mais materiais que organize o conhecimento constituído acerca do assunto explorado. Assim sendo, o arquivo de temas é o dossiê do projeto realizado pelos grupos de uma mesma instituição.

Construção de um olhar global sobre a criança

Afim de evitar um ponto de vista unilateral sobre cada aluno, é fundamental buscar novos olhares:


- Recolhendo outras visões sobre ela.
- Contrastando a visão dos responsáveis com o que se observa na escola.
- Conhecendo o que os responsáveis pensam sobre o que a escola diz.
- Refletindo sobre o que a família pensa em relação aos motivos de a criança comportar-se de determinada forma na escola.
- Ouvindo a família sobre como pensa que poderia auxiliar a criança a avançar em seu desenvolvimento. 

IDEIAS CRIATIVAS

RECEITA DELICIOSA


Prepare uma massa normal de bolo e acrescente anilina comestível às porções e prepare-se para a surpresa!

DESENVOLVIMENTO INFANTIL

 ( 0 A 2 ANOS)
A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. A inteligência é prática. As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento. Exemplo: O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.
(2 A 7 ANOS)
Também chamado de estágio da Inteligência Simbólica. Caracteriza-se, principalmente, pela interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior (sensório-motor).
A criança deste estágio:
  • É egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstratamente, no lugar do outro.
  • Não aceita a idéia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é a fase dos "porquês").
  • Já pode agir por simulação, "como se".
  • Possui percepção global sem discriminar detalhes.
  • Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.
Exemplo: Mostram-se para a criança, duas bolinhas de massa iguais e dá-se a uma delas a forma de salsicha. A criança nega que a quantidade de massa continue igual, pois as formas são diferentes. Não relaciona as situações. 
(7 A 12 ANOS)
A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração. Desenvolve a capacidade de representar uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada (reversibilidade). Exemplo: Despeja-se a água de dois copos em outros, de formatos diferentes, para que a criança diga se as quantidades continuam iguais. A resposta é afirmativa uma vez que a criança já diferencia aspectos e é capaz de "refazer" a ação. 
(12 ANOS EM DIANTE)
A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente buscando soluções a partir de hipóteses e não apenas pela observação da realidade. Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todo as as classes de problemas. Exemplo: Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da idéia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.

ANIMAIS DE CORAÇÕES

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