sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

DIA DO CIRCO

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DIA DO CIRCO BY ROMERO BRITTO

 APROVEITE O DIA DO CIRCO PARA FAZER RELEITURA DE OBRAS DE ARTE!

DIÁRIO DE BORDO

Na educação infantil, o registro é um poderoso instrumento de avaliação que acompanha a evolução do processo educativo da criança. Registrar significa expressar de forma documental um fato ou um acontecimento, ou seja, é uma maneira de marcar, mencionar, anotar esses acontecimentos e fatos. Dessa maneira, o que é dito, falado, passa, pois as palavras são passageiras, entretanto, o que é registrado permanece, comprova, documenta, cria memória e história. 
No Brasil, historicamente, nunca houve muita preocupação com os registros na educação infantil por seu caráter assistencialista. Foi a partir da promulgação da LDB, em 1996, e das publicações das Diretrizes para Educação Infantil que a educação infantil passa a ser considerada uma etapa importante da educação básica, que, apesar de não ter caráter de aprovação e retenção, deve sempre ter a preocupação com os avanços no desenvolvimento integral de cada criança matriculada.  
Nesse contexto, o registro na educação infantil se torna um instrumento importantíssimo para criar e recriar a prática educativa a cada avanço no processo de construção do conhecimento e desenvolvimento de cada criança. 
Ele permite a reflexão, objetiva e novos direcionamentos, redirecionamentos e realinhamentos do trabalho do professor. Além disso, o registro auxilia na conscientização quanto à função docente, pois à medida que escrevemos organizamos o pensamento, recuperamos detalhes, criamos uma lógica para os fatos, uma ordem de estrutura e de memória, o que propicia um processo reflexivo sobre o contexto e sobre a própria prática docente, que auxilia o processo de avaliação do desenvolvimento de cada criança de forma integral.  
DIÁRIO DE BORDO 
O diário tem a função de garantir o diálogo intrapessoal. Nele são registrados fatos ocorridos e sentimentos inerentes a esses acontecimentos, como dificuldades, facilidades, dúvidas, surpresas, conquistas, entre outros. 
Não existem regras para se escrever o diário. Ele tem uma característica muito pessoal de quem o escreve. Em determinado momento, a escrita pode ser sobre uma criança; em outro, sobre a atividade realizada, individualmente ou em grupo, sobre a organização do espaço e sobre os materiais em sala de aula. O professor ainda pode registrar no diário como se sente sobre o desenvolvimento e a reação da turma frente a uma atividade proposta, entre outras coisas que achar pertinente registrar. 
O diário não exclui o planejamento das aulas, porque ambos são de extrema importância para o trabalho pedagógico. Enquanto o planejamento é mais institucional e oficial, no diário, o professor tem mais liberdade de escrita, tem que se preocupar somente com aquilo que está sentido com relação à sua turma e às suas ações. O ideal é que os registros sejam feitos todo dia, pois dessa forma terão maior fidedignidade e garantirão a riqueza e os detalhes do que está acontecendo na prática do professor ou com as crianças. Porém, às vezes, em decorrência da falta de tempo, podem ser feitos semanalmente, mas o mais importante é que eles ocorram. (Trechos do Manual Pedagógico Escala Educacional) 

OUTONO COM ARTE

20 DE MARÇO - INÍCIO DO OUTONO

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. 

O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Portfólio...adote esta ideia!


O portfólio enquanto ferramenta pedagógica pode ser descrito como uma coleção organizada de trabalhos produzidos pela criança, ao longo de um determinado período de tempo, de forma a poder proporcionar uma visão ampla e detalhada da aprendizagem efetuada, bem como dos diferentes componentes do seu desenvolvimento. Reflete também a identidade de cada criança, de cada professor, em cada contexto, enquanto construtores do seu desenvolvimento ao longo da vida. O portfólio auxilia no trabalho com a interdisciplinaridade. Ele é uma forma de avaliar, portanto, antes de pedir para que a criança escreva seu nome, se desenhe, desenhe sua casa, sua rua, seu vizinho, escolhendo o que mais gosta, você precisa trabalhar isso com ela, seja na oralidade ou na escrita. A criança não precisa fazer seus registros direto no portfólio. Pode fazer atividades em uma folha e depois colar. Isso facilitará sua compreensão, de que qualquer atividade que considerar interessante poderá ser anexada, ilustrando ainda mais a concepção de construção que o mesmo oportuniza. No início do portfólio podemos colocar o nome da criança, sua foto, ou desenho e uma apresentação, que pode ser uma pequena produção escrita, um desenho, uma música, um poema, enfim, algo com que ela se identifique e que considere que poderia representar o que pensa e sente. Após a apresentação podem ser colocados dados pessoais da criança, o que auxiliará também na construção de sua identidade. Pode-se colocar o número do sapato, o peso, a altura (que mudarão durante o ano e podem ser registradas novamente – para isso poderemos fazer uma tabela), nome dos pais, cor que mais gostam, brinquedo e comida favoritos, o amigo com quem mais gostam de brincar, o local onde moram (endereço completo), o desenho da casa em uma folha, da rua em outra, o vizinho preferido e colocar o nome dele, dentre outras tantas coisas. Se, em sala, a criança escolhe alguma atividade para compor o portfólio precisa escrever ( o que podia ser feito em casa, com ajuda da família ou em sala, com ou sem o auxílio da professora ou dos colegas) e o porquê que selecionou aquela atividade. Se coloca, por exemplo, que era porque tinha gostado, tem que explicar o motivo. Assim começa as primeiras reflexões escritas. O portfólio deixa claro o processo de aprendizagem da criança. Os pais quando percebem isso, ficam gratos, além de acreditarem nas competências dos próprios filhos. Não é só uma questão de saber os conteúdos, mas de aprender a ser autônomo, a ter criticidade, ser autêntico, organizado, cuidadoso, caprichoso, respeitar a sua própria produção e a do outro, considerando-as como um processo, que tem apenas início, nunca estando pronto ou acabado!

8 de março - Dia Internacional da Mulher

A Mulher ideal ...
É aquela que é maravilhosa acima de tudo.
Que pode com um sorriso provocar amor e felicidade.

A Mulher ideal ...
É aquela que é simples por natureza.
Que pode explanar com simples gestos toda a sua feminilidade e grandeza.

A Mulher ideal ...
É aquela que sabe como ninguém entender os sinais do amado antevendo
lhe os movimentos estando sempre ao seu lado.

A Mulher ideal ...
É aquela que não seja perfeita, pois somente Deus o é, mas que busque a
perfeição em todos os seus gestos.

A Mulher ideal ...
É aquela que mostra a sua beleza todos os dias, como no primeiro encontro.
Fazendo dos momentos com o seu amado um eterno reencontro.

A Mulher ideal ...
É aquela que mesmo com o passar dos anos, tenha sempre o sorriso de
menina, pois o enrugar da pele é ínfimo perante a alma feminina.

A Mulher ideal ...
É aquela que se apresenta perante a sociedade como a mais formosa dama.
Mas quando na intimidade partilhe todos os segredos..

Enfim, a Mulher ideal ...
É aquela que mesmo não sendo Deusa, sabe como ninguém trazer um
pedacinho do céu.

PARABÉNS À TODAS AS MULHERES PELO SEU DIA!!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

DECORANDO OS AMBIENTES

(SUGESTÕES: SHEILA ROCHA)

ESCOLHA O BRINQUEDO CERTO...


Até 1 ano — O primeiro brinquedo do bebê é o próprio corpo. Ele começa a conhecer o mundo e se conhecer tocando, pegando um objeto e levando-o à boca. Por isso não são adequados, até os 3 anos de idade, brinquedos pequenos que ofereçam risco de serem ingeridos. Os chocalhos e mordedores são grandes e têm formas arredondadas. Bolas de pano, cubos coloridos, livros de plástico, brinquedos de praia e de banheira são bem aceitos. Uma boa dica é estimular a criança pendurando brinquedos no berço.


De 2 a 3 anos
— Como na fase anterior, o brinquedo deve ajudar a criança a desenvolver os sentidos. Objetos com noções de tamanho, forma, cor, som e textura são os mais indicados para que as crianças possam encaixar, montar, derrubar e refazer tudo de novo. Os brinquedos devem estimular a imaginação, por isso devem ser evitados os de corda e pilha. Sugestões: carrinhos com corda para puxar, brinquedos de plástico para abrir e fechar, cubos de encaixar, bolas, livros com mais ilustrações e instrumentos musicais simples.

De 3 a 6 anos — É importante que o brincadeira aproxime as crianças. O interessante é trabalhar em pequenos grupos com quebra-cabeça, jogo de memória, massa de modelar e livros de história. Esta também é a fase da imitação, principalmente das ações dos adultos. Telefonar, cozinhar, escrever, ser a mamãe ou o super-herói fazem parte do mundo imaginário das crianças. Fantasias e equipamentos que ajudem a construir esse mundo de faz-de-conta são bem-vindos. Um bichinho de pelúcia pode se transformar no amigo inseparável. Outras sugestões: bicicleta, fantoches, blocos de várias formas e tamanhos, roupas de fantasia, animais e equipamentos de fazenda, utensílios domésticos e de jardim, ferramentas de marcenaria, maleta de médico e quadro-negro.

De 6 a 9 anos
— As crianças começam a querer descobrir como o mundo funciona. É um período de intensa socialização, por isso estimule jogos em grupos e evite carro de controle remoto e jogos de computador. Objetos como globo terrestre, uma lupa ou livro de histórias se transformam em interessantes brinquedos. Jogos que estimulam o levantamento de hipóteses, palavras cruzadas, jogos de tabuleiro, montagem de mosaico, quebra-cabeça, autorama, desafios ortográficos, corda de pular, bicicleta e brinquedos de montar fazem o maior sucesso.

De 9 a 12
anos — Este é um período em que a criança gosta de explorar objetos e lugares e a testar habilidades físicas. Jogos que exigem decisões estratégicas ou que testem os conhecimentos obtidos na escola ajudam no desenvolvimento intelectual e psicológico da criança. Equipamentos para desenhos, pernas de pau, patins ou skate, ping-pong de mesa, experiências químicas, fotografia, jogos de mágica, coleções e jogos de xadrez são bem aceitos.

Para todas as idades
— Os produtos devem ter o selo de certificação de segurança do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O selo do Inmetro garante que o produto foi testado e avaliado em laboratórios especializados em brinquedos, além de estar dentro das normas técnicas de segurança. O consumidor deve verificar também se o brinquedo possui as informações obrigatórias na embalagem, que são: idade a que se destina o brinquedo, instruções de uso, número de peças e identificação do fabricante com nome da empresa, endereço e o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

VAMOS RECICLAR?

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